Não falemos em condicional
Se não quisermos criar condições
Sejamos esse rio que corre para um mar aberto
Indiferente aos percalços do caminho
Joguemos os sapatos pela janela para seguir mais nus
Deixemos o calor desta gargalhada
Evaporar o ar frio que nos aturde
Façamo-nos chover entre os corredores
Do dia-a-dia
Mais adiante
Nessa mesma direção
Haverá um banco donde sentar-se a reinventar
Nossos imperativos
Até lá
Que não nos paremos em nenhum ponto e vírgula.
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