Manifesto da memória
Eu criei todos os laços
Eu atei, eu desatei
Refiz os prodígios percalços
Que em terras outras
Encontrei
Vi vagar sombras e vultos
Mil passados convulsos
Que do olvido resgatei
Deixei mil rastros silentes
Perdidos e insolentes
Que de amor doentes
Por fim, abandonei
Eu vaguei donde o mundo esquecia
Eu andei, eu desandei
Imaginei no perdido um recordo
Que em meus olhos rotos
Pelo vento
Levei
Subi montes e rochas
Miragens incongruentes e tortas
Que sem ajudas escalei
Cultivei arbustos resistentes
Altivos e insistentes
Que de esperança candentes
Com fé, alimentei
Eu inventei o que a mim caberia
Eu calcei, eu descalcei
E joguei ao chão
Meus pés tão sujos
Que deixaram suas marcas
Por onde andei.
Eu atei, eu desatei
Refiz os prodígios percalços
Que em terras outras
Encontrei
Vi vagar sombras e vultos
Mil passados convulsos
Que do olvido resgatei
Deixei mil rastros silentes
Perdidos e insolentes
Que de amor doentes
Por fim, abandonei
Eu vaguei donde o mundo esquecia
Eu andei, eu desandei
Imaginei no perdido um recordo
Que em meus olhos rotos
Pelo vento
Levei
Subi montes e rochas
Miragens incongruentes e tortas
Que sem ajudas escalei
Cultivei arbustos resistentes
Altivos e insistentes
Que de esperança candentes
Com fé, alimentei
Eu inventei o que a mim caberia
Eu calcei, eu descalcei
E joguei ao chão
Meus pés tão sujos
Que deixaram suas marcas
Por onde andei.
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