Pensas que me confundo de desamor
Ignoras esse suspiro que dou em teu nome
Enquanto pressinto o caminho de tuas mãos em minha pele
Pequenina e tímida, aceito sentar-me no balanço do seu silêncio
Imaginando nele um rio que corre todo para mim
Eu, fazendo-me planície,
Tomar-me-ia por tuas águas serenas e profundas
Deixar-te-ia ler-me e riscar-me as páginas com a marca de teus lábios
Assim, esse querer-te talvez nascesse em mim como o sorriso que esperas,
Uma dádiva da qual não te deixarias escapar.
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