É sempre tarde quando sei de mim
Vou num descompasso acelerado
Perseguindo futuros que não explicam onde terminam
Perdoa-me se sempre me atraso
Se não estou quando me buscas
Quiçá me encontre nas coisas quando as toque
Talvez possa então olhar-te em um tempo presente
Abraçar-te numa hora sua e minha
Num momento etéreo de um cronos conciliado consigo mesmo.
No hay comentarios:
Publicar un comentario