Eu não tenho a sabedoria
Dos ermitões barbados e anciãos
Nem o equilíbrio plácido dos monges budistas
Careço da boa orientação geográfica
E das boas maneiras à mesa
Não sei ser tão boa menina
Ou responder à altura das circunstància
Tampouco sou tão ingênua a ponto de dizer sempre as minhas verdades
Não sei reconhecer a inconveniência dos que fazem ruído em mau momento
Nem a virtude dos que calam aquilo que sentem
Mas já me choquei suficientes vezes com a rocha do precipício
Para saber que meu lugar é sempre à beira de algum abismo
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